FNF cria primeiro Grupo de Trabalho do país para discutir melhorias no futebol de base
A Federação Norte rio-grandense de Futebol criou o primeiro Grupo de Trabalho estadual do país dedicado a discutir melhorias e novos caminhos para o futebol de base. O anúncio foi feito pelo presidente em exercício da FNF, Felipe Diego, durante visita institucional da CBF ao Rio Grande do Norte, que contou com a presença do pentacampeão mundial pela Seleção Brasileira, Edmílson Moraes, e do diretor executivo da CBF, Helder Melillo.
O grupo terá a missão de reunir profissionais e representantes do futebol potiguar para discutir desafios e propor melhorias na formação de atletas, contribuindo com ideias que poderão ser levadas ao Grupo de Trabalho Nacional da CBF.
Para Felipe Diego, a iniciativa trata do que há de mais importante no esporte. Segundo ele, o objetivo é “olhar para clubes formadores, para a base do futebol feminino e para a proteção dos atletas e dos clubes, buscando modernizar e aprimorar todo o sistema de formação”.
O vice-presidente da CBF, José Vanildo, destacou o protagonismo do Rio Grande do Norte nesse processo. “É uma honra para o nosso estado liderar as discussões de um tema tão importante. É um marco para o futebol potiguar e um passo relevante para melhorar o futebol de base no Brasil”, afirmou.
Já Helder Melillo reconheceu o trabalho realizado pela Federação. “Sabemos das dificuldades de fazer futebol hoje. Esse grupo terá a missão de gerar frutos por muitos anos. A iniciativa do RN é muito importante e o presidente Felipe Diego representa muito bem esse trabalho”, disse.
O ex-jogador Márcio Mossoró também ressaltou o impacto da iniciativa para o futuro dos jovens atletas. Para ele, o momento representa “uma virada de chave para o futebol de base, porque estamos falando de meninos que sonham transformar suas vidas e as de suas famílias”.
Encerrando o encontro, o pentacampeão Edmílson reforçou que a formação precisa ir além do campo. “Antes de formar atletas, formam-se pessoas. Precisamos formar educadores e cidadãos. Primeiro vêm os craques da vida, depois os do futebol”, concluiu.