A Mão Santa descansa, o mito permanece.
O Brasil ficou mais triste na tarde desta sexta-feira com a despedida de um dos maiores nomes de sua história esportiva. Morreu, aos 68 anos, o eterno ídolo do basquete Oscar Schmidt, referência mundial do esporte e orgulho de sua terra natal.
Conhecido como “Mão Santa”, Oscar construiu uma trajetória gigantesca vestindo a camisa da seleção brasileira, tornando-se um dos maiores pontuadores da história do basquete e uma figura admirada dentro e fora das quadras. Sua carreira, marcada por talento, personalidade e amor incondicional ao Brasil, atravessou gerações e ajudou a projetar o basquete nacional no cenário internacional.
Nascido em Natal, levou consigo o orgulho das origens por onde passou, transformando-se em símbolo de dedicação e excelência. Foram décadas de atuações memoráveis, arremessos decisivos e uma presença que inspirou atletas e torcedores em todo o mundo.
Com sua partida, o Brasil perde não apenas um craque, mas uma personalidade luminosa e apaixonada pelo jogo. Fica o legado de um atleta que elevou o nome do país e emocionou multidões.
Descanse em paz. O basquete brasileiro agradece.