Trate pessoas como pessoas. O resto é lead.
Eu sempre acreditei que entender de pessoas é um dos maiores diferenciais que uma empresa pode ter.
Produto pode ser copiado. Preço pode ser igualado. Tecnologia pode ser comprada. Atendimento, não.
É curioso perceber quantas empresas investem para gerar leads e tão pouco para entender quem está do outro lado. A pessoa preenche um formulário, deixa o telefone e, alguns minutos depois, recebe uma abordagem automática, fria e previsível.
Como diria João Branco: “Me trate como lead que eu te trato como telemarketing”.
O problema não está no CRM, na automação ou na inteligência artificial. Está em esquecer que, antes de ser um lead, aquele contato é uma pessoa. Uma pessoa tem contexto. Tem dúvidas. Tem pressa. Tem medo. Tem desejos. Tem um jeito próprio de decidir.
Quem entende isso não faz apenas atendimento. Cria relacionamento. E talvez esse seja um dos grandes diferenciais das empresas daqui para frente: usar toda a tecnologia disponível sem deixar de fazer aquilo que nenhuma tecnologia substitui completamente. Saber lidar com gente.
Porque, no fim, lead é dado. Cliente é relação.