A perseguição, em qualquer forma, nunca será um caminho aceitável. Seja perseguição política, quando ideias são combatidas com ataques em vez de debate; perseguição a ídolos, quando figuras públicas são alvo de campanhas de destruição; ou perseguição digital, que tenta silenciar vozes por meio de ataques, cancelamentos e intimidações nas redes, todas têm algo em comum: enfraquecem a convivência democrática e o respeito entre as pessoas.
A perseguição é uma coisa monstruosa e precisamos levantar a voz dos brasileiros contra toda e qualquer tipo de perseguição. Não importa de onde venha, nem quem seja o alvo, quando se persegue, se ameaça a liberdade e se cria um ambiente de medo que não combina com uma sociedade justa.
Uma sociedade saudável se constrói com pluralidade, diálogo e liberdade. Discordar faz parte, criticar é legítimo, mas perseguir é ultrapassar limites que comprometem a própria essência da convivência democrática.
Respeitar o outro, mesmo diante de opiniões diferentes, é o que fortalece o debate público e preserva valores fundamentais como justiça, equilíbrio e convivência. Precisamos defender o direito de todos falarem, existirem e se expressarem sem medo.
Porque, no fim das contas, não há justificativa para perseguição – seja ela política, pessoal, cultural ou digital. O caminho precisa ser sempre o do respeito, da liberdade e da responsabilidade coletiva.