O mundo sempre teve e sempre terá o bem e o mal. Essa talvez seja uma das mais antigas e permanentes disputas da humanidade.
Eles estarão presentes nas pessoas, nas escolhas, nas relações, na política, nos negócios e na própria sociedade. Nem sempre será fácil distinguir um do outro. Muitas vezes, o mal se apresenta de forma sedutora, disfarçado de oportunidade, de esperteza, de poder ou até mesmo de uma suposta necessidade.
Por isso, é preciso estar atento.
Escolher o lado do bem não significa acreditar que o mundo seja perfeito. Significa compreender que nossas escolhas têm consequências e que, diante de cada situação, podemos contribuir para construir ou para destruir; para unir ou para dividir; para fazer o certo ou simplesmente fazer o que parece mais conveniente.
O mal pode até parecer forte por algum tempo. Pode avançar, ocupar espaços e produzir resultados imediatos. Mas carrega dentro de si a própria semente da destruição. Porque aquilo que é construído sobre a mentira, a injustiça, a violência, a deslealdade e a falta de princípios dificilmente consegue se sustentar indefinidamente.
Mais cedo ou mais tarde, o mal cobra a sua própria conta.
O bem, ao contrário, talvez nem sempre seja o caminho mais fácil ou o que oferece resultados mais rápidos. Mas é o caminho que permanece. É aquele que constrói confiança, preserva relações, produz respeito e deixa algo de positivo para além de nós mesmos.
Por isso, não basta observar o que acontece ao nosso redor. É preciso escolher.
E escolher bem exige atenção. Exige consciência. Exige coragem para não seguir a maioria quando a maioria estiver indo pelo caminho errado.
Vivemos tempos em que muitas coisas são relativizadas. O certo e o errado parecem, às vezes, depender das conveniências de cada um. Mas existem valores que não deveriam ser negociados: honestidade, respeito, dignidade, responsabilidade, solidariedade e compromisso com a verdade.
No fim, cada um de nós decide de que lado quer estar.
O mundo continuará tendo o bem e o mal. Essa disputa não terminará hoje, nem amanhã. Mas podemos decidir qual deles alimentaremos com nossas atitudes.
Fique atento. Observe. Reflita. E escolha o bem.
Porque a oportunidade de fazer a boa escolha não está no passado nem em algum futuro distante.
A hora de escolher o lado do bem é agora.