Ao justificar sua permanência no Governo do Estado durante entrevista concedida à jornalista Mara Godeiro, da TV Tropical, nesta terça-feira, a governadora Fátima Bezerra fez duras críticas ao vice-governador Walter Alves.
“Nós fomos traídos pelo vice-governador”, afirmou. Em seguida, elevou ainda mais o tom ao classificar a postura de Walter Alves como uma “demonstração clara de fraqueza política” e de “falta de espírito público”.
As declarações evidenciam o aprofundamento da ruptura política entre os dois aliados de chapa e revelam um ambiente cada vez mais marcado por ataques pessoais e públicos. Divergências e disputas fazem parte da democracia. O debate político é saudável e necessário. Mas há uma diferença importante entre confrontar ideias e desqualificar adversários.
Walter não falou de Fátima, falou sobre os números fiscais e financeiros do Estado, muito ruins. E só.
Há muito tempo a política do Rio Grande do Norte parece ter abandonado a tradição da convivência respeitosa entre os que pensam diferente. O contraditório deu lugar à hostilidade permanente, e a divergência, muitas vezes, transformou-se em ressentimento exposto diante das câmeras.
A história mostra que é possível fazer política com firmeza sem abrir mão da civilidade. Quando a elegância desaparece do debate público, perde a política, perdem as instituições e perde, sobretudo, a sociedade, que espera dos seus líderes exemplos de equilíbrio, respeito e espírito republicano.
Que ressuscitem a educação, a gentileza e o respeito, virtudes sem as quais a política se transforma apenas em conflito.
A nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida presidencial de 2026. O levantamento aponta crescimento da vantagem do petista sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), tanto na disputa de primeiro turno quanto na simulação de segundo turno. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em todo o país, possui margem de erro de dois pontos percentuais e está registrada sob o nº BR-07661/2026.
Cenário de primeiro turno
Segundo a Quaest, Lula aparece com 39% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro ocupa a segunda colocação, com 29%. Os demais nomes testados aparecem distantes da liderança.
Candidato
Intenção de voto
Lula (PT)
39%
Flávio Bolsonaro (PL)
29%
Renan Santos (Missão)
3%
Ronaldo Caiado (PSD)
3%
Aécio Neves (PSDB)
2%
Romeu Zema (Novo)
2%
Augusto Cury (Avante)
1%
Joaquim Barbosa (DC)
1%
Samara Martins (UP)
1%
Indecisos
10%
Branco/Nulo
9%
Simulação de segundo turno
No confronto direto entre os dois principais nomes da disputa, Lula abre seis pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro. O resultado indica uma ampliação da diferença em relação aos levantamentos anteriores e coloca o presidente fora da margem de empate técnico.
Candidato
Intenção de voto
Lula (PT)
44%
Flávio Bolsonaro (PL)
38%
Indecisos
4%
Branco/Nulo
14%
Breve análise
O levantamento confirma três tendências importantes da sucessão presidencial:
1. Lula mantém a liderança consolidada. Com 39% das intenções de voto no primeiro turno, o presidente preserva um patamar eleitoral elevado mesmo após mais de três anos de governo.
2. Flávio Bolsonaro se consolida como principal nome da oposição. O senador concentra boa parte do eleitorado conservador e aparece muito à frente dos demais candidatos de centro e direita, ocupando sozinho o espaço de principal adversário do presidente.
3. A disputa continua polarizada. Somados, Lula e Flávio reúnem 68% das intenções de voto, demonstrando que a polarização política iniciada nos últimos ciclos eleitorais continua sendo o principal eixo da política brasileira. Os demais pré-candidatos ainda não conseguiram romper a barreira dos 3% das intenções de voto.
Embora a eleição ainda esteja distante e fatores econômicos, políticos e judiciais possam alterar o cenário, a pesquisa sugere que, neste momento, o país caminha para mais uma disputa fortemente polarizada entre o campo liderado por Lula e o grupo político associado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Uma pesquisa nacional realizada pela Globo em parceria com a Quaest, ouvindo quase 10 mil brasileiros, revelou quem são as personalidades que mais despertam orgulho no país. O levantamento, que integra o estudo Cultura no Espelho, mostra que o sentimento de admiração dos brasileiros está fortemente ligado a figuras que marcaram gerações na televisão, na música e no esporte.
No universo artístico, o saudoso apresentador e empresário Silvio Santos lidera as citações espontâneas com 7%, seguido pelo cantor Roberto Carlos, com 6%. Em seguida aparecem nomes consagrados da dramaturgia e da música brasileira, como Fernanda Montenegro, Tony Ramos, Antonio Fagundes, Alcione, Marília Mendonça, Luiz Gonzaga e Tarcísio Meira.
Mas a pesquisa também mergulhou no imaginário esportivo nacional e revelou um dado curioso: os dois maiores símbolos de orgulho esportivo para os brasileiros já não estão entre nós. O piloto Ayrton Senna aparece em primeiro lugar entre os atletas, com 22% das citações, seguido muito de perto pelo Rei do Futebol, Pelé, com 21%. Ambos permanecem como referências quase unânimes de excelência, patriotismo e superação.
Na sequência surgem nomes contemporâneos como Neymar (5%), Ronaldinho Gaúcho (4%), Marta (3%), além de Rebeca Andrade, Daiane dos Santos, Ronaldo Fenômeno e Zico, todos com 2% das menções.
O estudo aponta ainda que a música é considerada o principal símbolo da cultura brasileira, seguida pela culinária, pelas festas populares e pelo esporte. Curiosamente, embora o samba seja frequentemente associado à identidade nacional, o sertanejo é o gênero musical mais ouvido pelos brasileiros atualmente, seguido pela música gospel e pelo forró.
Outro dado chama atenção: apenas 10% dos entrevistados afirmam sentir-se representados pela publicidade brasileira atual, enquanto 25% disseram sequer saber definir claramente o que é cultura. Para os pesquisadores, isso demonstra um país em busca de novas referências coletivas, mas que continua encontrando seus maiores símbolos em personalidades capazes de atravessar gerações.
Ranking dos artistas que mais dão orgulho aos brasileiros
Silvio Santos – 7%
Roberto Carlos – 6%
Fernanda Montenegro – 3%
Tony Ramos – 2%
Antonio Fagundes – 2%
Tarcísio Meira – 2%
Marília Mendonça – 2%
Luiz Gonzaga – 2%
Alcione – 2%
Ranking dos esportistas que mais dão orgulho aos brasileiros
“Ao longo da história, foram o trabalho, a produção, o empreendedorismo, a inovação e a capacidade de gerar riqueza que transformaram nações pobres em países desenvolvidos.” JT
.COPA DO MUNDO FIFA 2026. A maior Copa do Mundo da história terá sua abertura oficial nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026, na Cidade do México. O tradicional Estádio Azteca – palco das Copas de 1970 e 1986 – receberá a cerimônia inaugural e a primeira partida do torneio, marcando o início da primeira Copa disputada por 48 seleções e organizada simultaneamente por três países: México, Estados Unidos e Canadá.
A partida de abertura será entre as seleções de México e África do Sul, pelo Grupo A. O jogo está marcado para as 16h (horário de Brasília) e a cerimônia será iniciada em torno das 14h30, com apresentação da cantora colombiana Shakira, que interpretará “Dai Dai”, a música oficial do torneio.
.ENGENHARIA É SOBERANIA. Enquanto o mundo avança para uma nova revolução industrial baseada em tecnologia, inteligência artificial, infraestrutura e energia, países como a China investem pesadamente na formação de engenheiros. Não por acaso. São eles que projetam estradas, portos, fábricas, sistemas de energia, tecnologias e soluções capazes de impulsionar o desenvolvimento econômico e a competitividade nacional.
O Brasil precisa compreender que nenhuma nação se torna desenvolvida apenas formando consumidores ou burocratas. É indispensável formar, em larga escala, profissionais capazes de criar, construir, inovar e transformar conhecimento em riqueza. A engenharia está no centro desse processo.
.DUPLICAÇÃO LENTA. Iniciada em janeiro, a duplicação da BR-304 entre Assú e Mossoró ainda não entregou um único trecho ao tráfego. Para quem acompanha a obra de perto, a impressão é de um ritmo lento demais para uma intervenção tão aguardada. Tomara que a BR-304 não siga o mesmo roteiro da Reta Tabajara, cuja duplicação atravessa mais de uma década entre promessas, interrupções e atrasos. Afinal, estrada se faz com máquinas, não com discursos.
.ANISTIA VERDE AMARELA. Parece que a camisa da Seleção foi oficialmente anistiada. Agora dá para vestir o verde e amarelo sem precisar apresentar declaração ideológica, atestado político ou explicar aos chatos de plantão por que alguém resolveu usar a camisa do Brasil.
Quem diria que chegaríamos ao ponto de precisar lembrar que a bandeira é do Brasil, a camisa é da Seleção e torcer pelo país não deveria exigir justificativa? A Copa agradece. O bom senso também.
.BRIGA DE FAMÍLIA, NO SENADO. A sessão do Senado desta terça-feira mostrou que a pré-campanha de Alagoas já começou, e começou sem cerimônia. Em meio a um bate-boca que elevou a temperatura da Comissão de Assuntos Econômicos, o senador Renan Calheiros e a senadora Eudócia Caldas trocaram acusações duríssimas, transformando Brasília em uma espécie de extensão da disputa eleitoral alagoana.
Os dois não defendem apenas posições políticas distintas. São, respectivamente, pai de Renan Filho e mãe de JHC, os principais nomes colocados na corrida pelo Palácio dos Palmares.
.POSSE TSE. O ministro Dias Toffoli assumiu nesta terça-feira uma das vagas destinadas ao STF no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ocupando o posto deixado pela ministra Cármen Lúcia após sua saída da Corte Eleitoral. A mudança ocorre em um momento particularmente relevante, já que o TSE será o principal responsável pela condução e fiscalização das eleições de 2026.
.GOVERNO PR: MORO LIDERA. Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (10) mostra o senador Sergio Moro na liderança da disputa pelo Governo do Paraná em todos os cenários testados para as eleições de 2026. Na principal simulação de primeiro turno, Moro aparece com 42,3% das intenções de voto, seguido por Requião Filho, com 19,9%, e Rafael Greca, com 13,9%. (registro TSE PR 06978/2026)
.SENADO PR: ALVARO DIAS LIDERA. A Paraná Pesquisas divulgada nesta quarta-feira (10) aponta o ex-senador Álvaro Dias na liderança da corrida pelas duas vagas ao Senado Federal no Paraná em 2026. No principal cenário estimulado, Álvaro aparece com 37,7% das intenções de voto, abrindo vantagem sobre os demais concorrentes. (registro TSE PR 06978/2026)
Na sequência surgem Deltan Dallagnol, com 28,1%, Gleisi Hoffmann, com 25,2%, Filipe Barros, com 24,2%, e Alexandre Curi, com 23,4%. Dentro da margem de erro, os quatro aparecem tecnicamente empatados na disputa pela segunda vaga.
.MISTÉRIO. À medida que a pré-campanha avança, algumas peças principais do tabuleiro continuam fora do lugar. Quem será o vice de Cadu Xavier? Quem ocupará as suplências de Samanda Alves, Rafael Motta, Coronel Hélio e Zenaide Maia? Até agora, mais perguntas do que respostas.
.ENIGMA. A pergunta que mais movimenta os bastidores da política potiguar continua sem resposta: quem terá o apoio de Ezequiel Ferreira? Ontem, a boataria apontava como praticamente certo o alinhamento com o ex-prefeito Álvaro Dias. O detalhe é que ninguém confirma e ninguém desmente. Enquanto isso, o presidente da Assembleia segue valorizando seu passe e alimentando o principal suspense da pré-campanha.
Parabéns aos aniversariantes desta quarta-feira: Carlo Ancelotti, Sérgio Marinho, Elidiana Martins, Miguel Manzanares, Silvana Bezerra, Diogo Américo, Fabio Passos, Renato Finizola, Elizângela Souza, Janine Santos.
Há algo preocupante se consolidando neste processo de pré-campanha: a substituição dos fatos pela narrativa. Não se trata mais da divergência natural de opiniões, nem do debate legítimo sobre diferentes visões de governo. O que se observa, cada vez mais, é o predomínio da mentira, do exagero e da construção deliberada de uma realidade paralela apresentada à população como se fosse verdadeira.
O problema não está apenas em promessas eleitorais ou em discursos otimistas. O problema surge quando lideranças políticas passam a emitir opiniões e fazer análises fundamentadas em bases absolutamente falsas, ignorando evidências concretas e tentando impor versões que contradizem aquilo que a população vê, vive e sente todos os dias.
Na saúde pública, por exemplo, o discurso oficial muitas vezes descreve um cenário de avanços e conquistas que não encontra correspondência na experiência de quem depende dos serviços. Faltam insumos, medicamentos e manutenção adequada de equipamentos essenciais. Há relatos recorrentes de dificuldades operacionais, atrasos em pagamentos de prestadores de serviço e problemas estruturais que afetam diretamente o atendimento à população. Ainda assim, a narrativa apresentada é frequentemente a de um sistema em pleno processo de transformação.
O mesmo acontece quando se fala em grandes obras anunciadas como símbolos de desenvolvimento. O chamado Hospital Metropolitano tornou-se um exemplo emblemático da distância entre a propaganda e a realidade. Antes mesmo de existir concretamente aos olhos da população, já é tratado em discursos como uma realização consolidada. Enquanto isso, o que efetivamente se vê são peças publicitárias espalhadas pelas avenidas, como se a comunicação pudesse substituir a execução da obra. O marketing ocupa o espaço que deveria ser preenchido pelo concreto, pelo tijolo, pela construção real.
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Na educação, a situação não é diferente. Apesar dos discursos que insistem em apontar avanços estruturais, os indicadores continuam revelando dificuldades profundas. Os resultados educacionais permanecem distantes do que a sociedade espera e merece. A realidade dos números resiste às tentativas de maquiagem estatística e às narrativas triunfalistas.
A infraestrutura também se tornou vítima desse fenômeno. Obras anunciadas com grande entusiasmo seguem avançando em ritmo incompatível com a urgência das necessidades do estado. O caso da BR-304 é frequentemente citado como exemplo de um cronograma que parece caminhar muito mais devagar do que os discursos oficiais. O cidadão acompanha anúncios, solenidades, entrevistas e promessas, mas encontra dificuldade para identificar resultados concretos proporcionais à expectativa criada.
Talvez o aspecto mais inquietante de tudo isso seja o silêncio. Não apenas o silêncio de quem governa, mas também o de muitos que deveriam exercer o papel de fiscalização e contraponto. Em diversos momentos, tanto setores da situação quanto segmentos da oposição parecem compartilhar uma estranha complacência diante de uma realidade que está longe de corresponder ao discurso oficial. Como se existisse uma concordância tácita em torno da manutenção da narrativa, independentemente dos fatos.
O resultado é um ambiente político dominado pela verborragia. Fala-se muito. Anuncia-se muito. Promete-se muito. Produzem-se slogans, campanhas, vídeos e declarações em abundância. Mas a sensação que permanece para grande parte da população é a de um estado que continua enfrentando problemas antigos, carente de investimentos estruturantes, inovação, oportunidades e serviços públicos compatíveis com suas necessidades.
Nenhuma sociedade prospera quando a divulgação se torna mais importante que a realidade. Nenhum governo se fortalece quando substitui resultados por discursos. E nenhuma democracia amadurece quando a mentira deixa de ser exceção para se transformar em prática constante.
A verdade dos fatos pode até ser incômoda, mas continua sendo o único ponto de partida legítimo para qualquer debate público sério. Quando a política abandona esse compromisso, resta apenas o espetáculo das palavras, e palavras, por si só, não constroem hospitais, não melhoram escolas, não pavimentam estradas e não transformam a vida das pessoas.
O editorial publicado hoje pelo jornal O Estado de S. Paulo lança luz sobre um tema central da agenda nacional e traz argumentos que merecem atenção, concorde-se ou não com suas conclusões. Pela importância do debate, o Blog do Jener compartilha o texto com seus leitores.
Depois de conversar com tantas mulheres empreendedoras, percebi algo que se repete com frequência: muitas contribuem para a previdência acreditando que isso, por si só, garante tranquilidade no futuro.
Mas existe um detalhe importante: contribuir não é a mesma coisa que contribuir com estratégia.
Na prática, é comum encontrar profissionais que recolhem há anos sem conhecer o impacto daquela escolha no valor do benefício, nas regras aplicáveis ou até no tempo necessário para se aposentar.
Muitas vezes o problema não está em deixar de contribuir. Está em contribuir sem planejamento.
A escolha da categoria errada, ausência de complementação quando necessária, períodos sem acompanhamento e decisões tomadas no automático podem produzir efeitos que só aparecem muitos anos depois.
E quando esse momento chega, normalmente já existem menos alternativas para corrigir o caminho.
Planejamento previdenciário não é antecipar aposentadoria.
É entender se o esforço de hoje está realmente construindo o resultado esperado amanhã.
Porque trabalhar muito merece gerar proteção.
E uma pergunta merece ficar: Você sabe quanto contribui. Mas sabe o que essa contribuição está construindo para o seu futuro? Eu posso te ajudar na construção desse caminho para uma aposentadoria com segurança e tranquilidade.
.SUSTO NO AR. O pré-candidato ACM Neto escapou de um grande susto nesta segunda-feira (8). O avião que o levava para agenda política no interior da Bahia sofreu uma despressurização, perdeu altitude e precisou retornar a Salvador para um pouso de emergência. Felizmente, todos os passageiros desembarcaram sem ferimentos.
.SÓ GANA SUPERA A CAMISA DO BRASIL. A camisa da Seleção Brasileira foi eleita a segunda mais bonita da Copa do Mundo de 2026 em ranking divulgado pelo site esportivo norte-americano The Athletic. O uniforme amarelo da equipe comandada por Carlo Ancelotti ficou atrás apenas da camisa de Gana.
As 5 camisas mais bonitas da Copa de 2026: 1.Gana, 2.Brasil, 3.Inglaterra, 4.Alemanha e 5.Marrocos.
O ranking avaliou os uniformes das 48 seleções participantes do Mundial e destacou o equilíbrio entre tradição e modernidade das camisas mais bem posicionadas.
Parabéns aos aniversariantes desta terça-feira: Rildo Tarquinio, Michele Lordão, Marcelo Barreto, Caio Vitoriano, D. Margarida Ramalho, Maria Tereza Albuquerque Gondim, Cláudio Freitas.
.BYD NA FÓRMULA 1? A BYD intensificou os estudos para ingressar na Fórmula 1 e analisa diferentes possibilidades de participação na categoria, incluindo parcerias estratégicas, fornecimento de tecnologia, compra de participação em equipes já existentes ou até a criação de uma escuderia própria. O interesse da montadora chinesa está alinhado ao avanço da eletrificação na F1 e ao potencial de projeção global que a categoria oferece.
.UE DIZ QUE BRASIL PODERIA TER EVITADO VETO À CARNE. O porta-voz da Comissão Europeia para Comércio, Olof Gill, afirmou que o Brasil teve tempo para se adequar às exigências sanitárias da União Europeia e evitar o veto às exportações de carne e outros produtos de origem animal. Segundo ele, as regras foram comunicadas com antecedência e cabia ao governo brasileiro apresentar as garantias exigidas pelo bloco.
.PRESIDENTE REELEITO, MOURINHO VOLTA? O presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, foi reeleito para mais um mandato à frente do clube merengue. Com a permanência garantida no comando, voltaram a ganhar força na imprensa europeia as especulações sobre um possível retorno de José Mourinho ao comando técnico do Real.
.REDUÇÃO DO CÂNCER. Um estudo publicado na revista científica Annals of Oncology reforça as evidências de que medicamentos da classe dos agonistas de GLP-1, popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras”, podem estar associados à redução do risco de diversos tipos de câncer relacionados à obesidade.
.URNAS. O TSE abriu consulta pública para colher contribuições sobre os requisitos técnicos da nova geração de urnas eletrônicas que deverá ser utilizada nas eleições de 2028. A iniciativa faz parte do processo de modernização dos equipamentos e busca ampliar a participação de especialistas, instituições e da sociedade na definição das especificações do sistema.
.VAIADO. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi alvo de vaias de parte da torcida presente no Madison Square Garden antes do Jogo 3 das Finais da NBA entre o New York Knicks e o San Antonio Spurs, nesta segunda-feira, 8. A reação aconteceu quando sua imagem apareceu no telão durante a execução do hino nacional americano.
.R$ 3 BILHÕES. Levantamento com base em dados enviados pelos estados ao Tesouro Nacional aponta que o Rio Grande do Norte está entre as unidades da federação em situação fiscal mais delicada do país. O Estado iniciou 2026 com disponibilidade de caixa negativa de aproximadamente R$ 3 bilhões, indicando insuficiência de recursos livres para cobrir despesas já assumidas.
.ALERTA. Além do déficit bilionário, o governo estadual também ultrapassou os limites de gastos com pessoal previstos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, o que amplia as restrições para novas despesas e operações de crédito. O cenário acende um alerta justamente no último ano do mandato da governadora Fátima Bezerra.
.DESPESA CRESCE 3 VEZES MAIS RECEITA. Dados fiscais divulgados em reportagem de O Globo mostram que as despesas do Governo do Rio Grande do Norte cresceram 17,7% no período analisado, enquanto a receita avançou apenas 5,3%. O descompasso entre arrecadação e gastos ajuda a explicar o agravamento da situação fiscal do Estado, que aparece entre os mais pressionados do país.
.WALTER TINHA RAZÃO. Quando o vice-governador Walter Alves alertava para o desequilíbrio das contas públicas, muita gente preferiu tratar o assunto como exagero ou mera retórica política. Agora, os números falam por si. E, ao que tudo indica, o problema nunca foi o alerta, mas quem estava disposto a ouvi-lo.
.O BLOG DO JENER INFORMA. O governo Robinson Faria terminou em 2018, o Governo Jair Bolsonaro terminou em 2022. E toca o barco que a temporada de lero-lero está só começando.
Durante entrevista concedida nesta quarta-feira ao programa Jornal da Mix, apresentado por Papinha, o pré-candidato ao Governo do Estado, Cadu Xavier (PT), procurou associar o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, ao ex-governador Robinson Faria. Ao afirmar que “Allyson Bezerra é de Robinson Faria”, Cadu tenta construir uma narrativa que não encontra respaldo nos fatos políticos. Fake news total.
Allyson Bezerra nunca integrou o Governo Robinson Faria. Quem efetivamente participou daquela gestão foi o próprio PT, partido de Cadu Xavier. Nos dois primeiros anos do governo Robinson, os petistas ocuparam algumas das áreas mais estratégicas da administração estadual, incluindo as secretarias de Educação, Saúde e Tributação, além de órgãos como a Emater, a Fundação José Augusto e a Secretaria da Mulher.
A tentativa de transferir uma vinculação política que, na prática, existiu entre o PT e o Governo Robinson revela uma inversão histórica difícil de sustentar.
Mais curioso ainda é ver Cadu insistir em responsabilizar um governo encerrado em 2018 pelos problemas do Estado, quando ele próprio participou diretamente da administração das finanças estaduais durante praticamente toda a gestão Fátima Bezerra. Depois de quase oito anos ocupando posições centrais na condução econômica do Rio Grande do Norte, seria razoável esperar que o debate se concentrasse nos resultados atuais da gestão que ele ajudou a construir.
Afinal, a eleição de 2026 não será um julgamento sobre 2018. Será uma avaliação sobre o Rio Grande do Norte de hoje.
E os números recentes merecem atenção. Levantamentos divulgados neste ano apontaram o Rio Grande do Norte entre os estados que mais preocupam especialistas em relação à disponibilidade de caixa e ao equilíbrio das contas públicas. Em análise repercutida pela imprensa nacional hoje, o RN aparece entre os entes federativos com maior fragilidade fiscal, mesmo após dois mandatos consecutivos da atual gestão.
Por isso, antes de apontar para um governo encerrado há oito anos, talvez seja mais pertinente discutir os resultados produzidos por quem esteve no comando da política econômica do Estado durante todo esse período. A sociedade tem o direito de saber não apenas quem governou ontem, mas principalmente quem administrou o presente e quais resultados entregou.
Porque, em política, a memória é importante. Mas a realidade atual é ainda mais.
Quando o presente incomoda, o passado vira palanque.
Confesso sem qualquer constrangimento: eu acredito no hexacampeonato do Brasil. E não se trata apenas de paixão de torcedor. Trata-se da convicção de quem olha para o futebol brasileiro e enxerga talento, qualidade e capacidade de competir com qualquer seleção do mundo.
Temos uma geração extraordinária de jogadores espalhados pelos maiores clubes do planeta. Atletas decisivos, acostumados à pressão, vencedores em seus campeonatos e protagonistas nos principais palcos do futebol internacional. Some-se a isso a chegada de um técnico reconhecido mundialmente por sua inteligência tática, sua capacidade de gestão de grupo e seu histórico de conquistas. Não é exagero dizer que o Brasil tem, hoje, um dos melhores treinadores do futebol mundial à frente da Seleção.
Mas há um nome que continua sendo central nessa história: Neymar.
Poucos jogadores brasileiros foram tão talentosos em sua geração. Poucos carregaram por tanto tempo o peso da camisa amarela e a responsabilidade de decidir partidas. Neymar é um craque raro, daqueles que aparecem de tempos em tempos. Seu talento não depende da opinião de torcedores apaixonados nem das críticas de ocasião. Está registrado em números, títulos, recordes e atuações memoráveis.
Por alguma razão, alguns insistem em diminuir sua importância. Talvez porque o brasileiro tenha o estranho hábito de tratar seus grandes ídolos com mais rigor do que o restante do mundo. Enquanto lá fora Neymar é reconhecido como um dos maiores jogadores de sua era, por aqui ainda há quem tente desqualificar um atleta que figura entre os maiores talentos da história do futebol brasileiro.
Não acredito que uma Copa do Mundo seja vencida por um único jogador. Nunca foi assim. Mas também não acredito que se conquiste um Mundial sem grandes craques. E Neymar continua sendo um deles.
Por isso, sigo acreditando. Acredito no elenco, acredito na comissão técnica, acredito na força da camisa mais vencedora da história do futebol e acredito que Neymar ainda tem capítulos importantes a escrever com a Seleção Brasileira.
O hexa não será fácil. Nunca foi. Mas o Brasil já mostrou ao mundo, cinco vezes, que é capaz de transformar talento em glória. E, enquanto a bola continuar rolando, continuarei acreditando que o sexto título mundial é um sonho perfeitamente possível. Afinal, quando se trata de futebol, desacreditar do Brasil sempre foi um risco que a história recomenda evitar.
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