Levantamento reúne as duas escolhas de cada entrevistado para as duas vagas do Rio Grande do Norte no Senado
A nova pesquisa estadual Metadata/Grupo Dial apresenta um cenário estimulado para a disputa pelo Senado Federal considerando, conjuntamente, o primeiro e o segundo votos dos eleitores. Em 2026, o Rio Grande do Norte elegerá dois senadores, e cada eleitor poderá escolher dois candidatos.
Nesse formato de apresentação, as duas intenções de voto de cada entrevistado são reunidas. Como foram ouvidos 1.536 eleitores, o levantamento considera, nesse recorte, um total de 3.072 intenções de voto.
Na soma do primeiro e do segundo votos, Styvenson Valentim (Podemos) aparece com 19,6%, seguido por Zenaide Maia (PSD), com 13,6%. Na sequência estão Rafael Motta (PDT), com 10,3%, Samanda de Lula (PT), com 8,7%, e Coronel Hélio (PL), com 7%.
Entre os demais candidatos apresentados na pesquisa, Tércio Tinôco (União Brasil) registra 1,9%, Sandro Pimentel (PSOL), 1,6%, Professor Guilherme (UP), 1,3%, Rosália Fernandes (PSTU), 1,1%, Sonia Godeiro (PSOL), 1%, e Luciana Mandu (PSTU), 0,9%.
Na comparação dos percentuais agregados, a diferença entre Styvenson e Zenaide é de 6 pontos percentuais. Entre Zenaide e Rafael Motta, a diferença é de 3,3 pontos. Rafael aparece 1,6 ponto percentual à frente de Samanda de Lula, enquanto a diferença entre Samanda e Coronel Hélio é de 1,7 ponto.
Como ler o resultado
A soma do primeiro e do segundo voto apresenta uma fotografia conjunta das duas escolhas feitas pelos entrevistados. Por se tratar de uma eleição em que cada eleitor poderá votar em dois candidatos, os percentuais desse quadro não devem ser lidos da mesma forma que os resultados de pesquisas para cargos em que o eleitor faz apenas uma escolha, como presidente da República ou governador.
O levantamento também apresenta separadamente os resultados referentes ao primeiro voto e ao segundo voto para o Senado, permitindo observar como os eleitores distribuem suas duas escolhas entre os candidatos.
A eleição de 2026 terá duas vagas em disputa para o Senado pelo Rio Grande do Norte. Os dois candidatos que obtiverem o maior número de votos válidos serão eleitos para as respectivas cadeiras.
Metodologia
A pesquisa foi realizada pela Metadata Soluções Inteligentes LTDA, com recursos próprios, entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026.
Foram entrevistados presencialmente 1.536 eleitores em 63 municípios do Rio Grande do Norte, com distribuição proporcional ao eleitorado das três regiões geográficas intermediárias e das 12 regiões imediatas definidas pelo IBGE, correspondentes às quatro mesorregiões e 19 microrregiões do Estado.
O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RN-03682/2026 e BR-05736/2026.
A nova pesquisa estadual Metadata/Grupo Dial apresenta o cenário da disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026, com levantamento das intenções de voto nos cenários espontâneo e estimulado de primeiro turno e em três simulações de segundo turno.
Realizada entre os dias 6 e 8 de agosto, a pesquisa é a primeira do levantamento estadual realizada após as convenções partidárias, período em que foram definidas oficialmente as candidaturas e alianças para as eleições de 2026.
Primeiro turno
No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Allyson Bezerra aparece com 16,5% das intenções de voto, seguido por Álvaro Dias, com 10%, e Cadu de Lula, com 8,3%.
Os demais nomes citados pelos entrevistados registram percentuais inferiores. 58,5% não souberam ou não responderam à pergunta.
Na pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados, Allyson Bezerra (União Brasil) registra 34,2%, Álvaro Dias (PL), 24%, e Cadu de Lula (PT), 17,01%.
Na sequência aparecem Rodrigo Bolsonaro (Agir), com 1,8%, Professor Robério Paulino (PSOL), com 1,6%, Dário Barbosa (PSTU), com 0,3%, e Arinalda do MLB (UP), também com 0,3%.
Os entrevistados que declararam voto branco, nulo ou em nenhum dos candidatos somam 9,6%, enquanto 11,1% não souberam ou não responderam.
Cenários de segundo turno
A pesquisa também testou três possíveis confrontos para um eventual segundo turno entre os três candidatos que aparecem com os maiores percentuais no cenário estimulado.
No primeiro confronto, entre Allyson Bezerra e Álvaro Dias, Allyson registra 49,6% das intenções de voto, enquanto Álvaro aparece com 33,5%. 10,7% afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 6,2% não sabem ou não responderam.
Na simulação entre Allyson Bezerra e Cadu de Lula, Allyson aparece com 51,4%, enquanto Cadu registra 27,4%. Nesse cenário, 12,1% indicam voto em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos e 9,1% não sabem ou não responderam.
O terceiro confronto pesquisado coloca Álvaro Dias e Cadu de Lula frente a frente. Álvaro registra 41,6%, enquanto Cadu aparece com 35%. 15,6% afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 7,8% não sabem ou não responderam.
Os percentuais dos três cenários correspondem às respostas dos entrevistados para os confrontos apresentados pela pesquisa e não constituem projeção de resultado eleitoral.
Pelas regras eleitorais, caso nenhum candidato ao Governo do Estado obtenha mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, os dois candidatos mais votados disputam o segundo turno.
Metodologia
A pesquisa foi realizada pela Metadata Soluções Inteligentes LTDA, com recursos próprios, entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026.
Foram entrevistados presencialmente 1.536 eleitores em 63 municípios do Rio Grande do Norte, com distribuição proporcional ao eleitorado das três regiões geográficas intermediárias e das 12 regiões imediatas definidas pelo IBGE, correspondentes às quatro mesorregiões e 19 microrregiões do Estado.
O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RN-03682/2026 e BR-05736/2026.
O debate da Band entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad terminou diante das câmeras, mas o confronto político continuou nos bastidores.
Durante as considerações finais do debate, Haddad criticou a gestão de Ricardo Nunes e, dirigindo-se a Tarcísio, afirmou que o prefeito, mesmo com R$ 80 bilhões em caixa após o fim da dívida, estaria endividando a cidade em R$ 50 bilhões. Também citou o contrato de Wi-Fi e fez acusações relacionadas ao PCC e ao filme de Bolsonaro.
Ao final da transmissão, Nunes abordou Haddad e o pegou pelo braço. O advogado Marco Aurélio de Carvalho, do Grupo Prerrogativas, interveio e afastou Haddad para evitar que o episódio evoluísse para uma discussão mais acalorada.
Depois, Nunes explicou a abordagem:
“Eu fui falar pra ele ter responsabilidade e ser homem. E não ter esse tipo de atitude de algo que não existe absolutamente nada de errado da minha parte.”
Na sequência, o prefeito também atacou o desempenho eleitoral de Haddad:
“É o que vem de um cara que quando foi candidato na sua reeleição, teve só 16% dos votos. Perdeu para votos brancos e nulos.”
Antes disso, ao responder às críticas de Haddad, Tarcísio havia ouvido do petista:
“Vai com calma, pega leve, não abusa da retórica, porque eu não te desrespeitei e não gostaria de ser desrespeitado nos nossos próximos embates.”
A retórica, entretanto, não ficou no palco. Foi para o corredor.
E há uma questão política importante por trás disso: quando uma acusação feita diante de milhões de espectadores é considerada grave o suficiente para provocar uma abordagem pessoal imediatamente após o debate, fica evidente que o conteúdo da campanha já ultrapassou a disputa de argumentos e entrou no território da responsabilização pública.
Política é confronto. Democracia é confronto. Mas há uma diferença entre confrontar ideias, cobrar responsabilidades e transformar a disputa eleitoral em duelo pessoal.
A cena da saída da Band talvez seja apenas um episódio de uma campanha que ainda está começando. Mas é também um aviso sobre o que vem pela frente.
Se no primeiro grande embate já foi preciso apartar os adversários depois que as câmeras foram desligadas, é melhor preparar o telespectador porque a eleição paulista promete muito mais do que debates.
Vivemos um momento em que tudo está ficando mais fácil de produzir. Textos, imagens, vídeos, músicas e campanhas podem ser criados em poucos segundos. A inteligência artificial democratizou a criação e isso é uma revolução.
Mas existe um efeito que pouca gente percebe. Quando todos passam a usar as mesmas ferramentas, os resultados começam a ficar parecidos. A criatividade dá lugar ao padrão. O diferente passa a ser cada vez mais raro.
É justamente aí que nasce uma nova forma de valor. Muito em breve, as pessoas estarão dispostas a pagar mais por aquilo que foi realmente criado por alguém. Não apenas executado, mas pensado. Algo que carregue repertório, sensibilidade, personalidade e uma ideia original.
O “feito à mão” deixará de ser apenas uma técnica. Será um selo de autenticidade.
A inteligência artificial continuará sendo uma ferramenta extraordinária. Mas, quando ela estiver em todos os lugares, deixará de ser um diferencial. O verdadeiro diferencial será a capacidade humana de pensar diferente.
Porque, em um mundo onde tudo parece igual, o que terá mais valor será justamente aquilo que nenhuma máquina consegue reproduzir: uma ideia verdadeiramente original.
Vivemos um momento curioso na comunicação. Nunca tivemos tantas ferramentas, tantos dados e tantas possibilidades. Mas, ao mesmo tempo, os planos de mídia parecem cada vez mais limitados.
Não porque faltam canais. Falta repertório. Grande parte dos novos profissionais entrou no mercado dominando o digital. Sabem criar campanhas para Instagram, TikTok e Google. Isso é importante. Mas a comunicação não começou nas redes sociais.
Muitos nunca estudaram de verdade o rádio, a televisão, os jornais, os portais de notícia ou a força que cada veículo exerce sobre públicos diferentes. Não conhecem audiência, programação, perfil editorial ou como essas mídias podem trabalhar juntas para potencializar resultados.
O problema não é deles. A formação acadêmica tem entregado profissionais com pouca vivência prática sobre o ecossistema completo da comunicação. Enquanto isso, os profissionais mais experientes estão, em grande parte, concentrados nos próprios veículos de comunicação, e não mais nas agências ou departamentos de marketing.
O resultado é um mercado desequilibrado: de um lado, veículos com muito conhecimento; do outro, quem planeja as campanhas sem conhecer todo o terreno onde poderia atuar.
Comunicação eficiente não é escolher entre o digital e o tradicional. É entender quando, onde e por que cada mídia faz sentido.
A tecnologia muda. Os canais mudam. Mas o conhecimento sobre comunicação continua sendo o maior diferencial de um profissional. Quem conhece apenas uma parte do mercado dificilmente conseguirá enxergar todas as oportunidades que ele oferece.
“NÃO PENSO MUITO EM LEGADO PARA AS PRÓXIMAS GERAÇÕES. PENSO APENAS EM ACORDAR DE MANHÃ E TRABALHAR COM PESSOAS BRILHANTES PARA CRIAR COISAS QUE, ESPERO, SEJAM TÃO APRECIADAS POR OUTRAS PESSOAS COMO SÃO APRECIADAS POR NÓS.”STEVE JOBS
Imperdível, Zico fará palestra em Mossoró
Um dos maiores ídolos do futebol brasileiro, Zico estará em Mossoró no próximo dia 25 de agosto para participar da Masterclass “Formando Campeões”, que será realizada no Thermas Hall, a partir das 18h40.
Promovido pelo Sebrae RN e pela CYM Eventos, o encontro terá como tema central a formação de equipes de alto desempenho, trazendo para o ambiente empresarial experiências e aprendizados de uma das trajetórias mais vitoriosas do esporte brasileiro.
O carro brasileiro e a mordida de 44%
O brasileiro reclama – com razão – do preço do carro zero-quilômetro. Mas muitos desavisados olham apenas para a montadora e esquecem de quem está sentado no banco de trás: o governo.
No Brasil, cerca de 44% do preço de um carro novo pode ser formado por impostos. Nos Estados Unidos, a referência é de aproximadamente 7%. Na China, cerca de 5%.
É uma diferença pornográfica.
Em outras palavras, antes de apontar o dedo exclusivamente para as montadoras, é preciso lembrar que o governo também lucra – e muito – com cada carro vendido.
O carro brasileiro não é apenas caro. É pesadamente tributado.
Só no Brasil mesmo: o cidadão compra o carro, paga a conta e ainda precisa ouvir que o problema é apenas da montadora.
Os fujões dos debates
Virou estratégia de campanha: candidato que aparece bem nas pesquisas simplesmente foge dos debates para não correr riscos. No Paraná, Sergio Moro; no Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Ambos ausentes dos debates em que deveriam estar diante dos adversários e, principalmente, diante do eleitor.
É uma estratégia? Pode até ser. Mas é uma vergonha e um desrespeito ao eleitor.
Debate eleitoral não é evento promocional de emissora nem favor prestado aos candidatos. É um dos instrumentos mais importantes da democracia: coloca propostas frente a frente, permite o contraditório, expõe posições e oferece ao eleitor a oportunidade de avaliar quem pretende governar.
Quem se esconde atrás de pesquisas para evitar o confronto está, na verdade, negando ao eleitor o direito de conhecer melhor suas ideias, suas convicções e sua capacidade de responder a críticas e perguntas incômodas.
Não basta pedir voto. É preciso se expor, ser questionado e sustentar aquilo que se promete.
Pesquisa favorável não concede imunidade. Liderança não dá salvo-conduto. E candidatura nenhuma deveria estar acima do debate democrático.
Quem foge do debate pode até preservar alguns pontos nas pesquisas. Mas não preserva a própria responsabilidade diante do eleitor.
Aos que preferem não aparecer, fica o nome que merecem: fujões.
Pílulas
A 22ª rodada do Campeonato Brasileiro teve um domingo movimentado, com seis partidas pela Série A e resultados importantes para a disputa da competição. Resultados deste domingo: Cruzeiro 3 x 1 Mirassol,Flamengo 2 x 0 Vitória, Santos 0 x 2 Athletico-PR, Red Bull Bragantino 0 x 2 Corinthians, Bahia 0 x 0 Vasco, Palmeiras 0 x 0 Internacional.
Classificação – O Palmeiras segue na liderança do Campeonato Brasileiro, com 48 pontos, mas o Flamengo, que chegou aos 42 pontos, continua na perseguição. O Athletico-PR, com 40, e o Fluminense, com 35, completam o grupo da frente. Cruzeiro e Bahia somam 33 pontos, enquanto Corinthians tem 32. A disputa pelas primeiras posições começa a ganhar contornos cada vez mais definidos.
Na parte de baixo da tabela, a situação é mais preocupante. Santos, Vasco e Remo, todos com 22 pontos, e a Chapecoense, com apenas 10, ocupam as últimas posições. Entre os 20 clubes, a diferença de pontos ainda mantém aberta a luta contra o rebaixamento, prometendo muitas mudanças nas próximas rodadas.
Classificação por pontos: Palmeiras 48; Flamengo 42; Athletico-PR 40; Fluminense 35; Cruzeiro 33; Bahia 33; Corinthians 32; Red Bull Bragantino 31; Botafogo 30; Coritiba 30; Atlético-MG 29; São Paulo 26; Vitória 26; Grêmio 25; Mirassol 23; Internacional 23; Santos 22; Vasco 22; Remo 22; Chapecoense 10.
O Governo do Estado descontou regularmente dos servidores os valores dos empréstimos consignados, mas o repasse ao Banco do Brasil não teria sido feito na mesma proporção. O passivo já gira em torno de R$ 400 milhões. O dinheiro foi descontado do servidor. Falta explicar por que não chegou ao banco.
O tenista João Fonseca está fora do Masters 1000 de Montreal. O brasileiro foi derrotado neste domingo pelo americano Ben Shelton, número 10 do mundo e atual campeão do torneio, por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 7/6 (7/3), nas oitavas de final.
Aniversariantes
Parabéns aos aniversariantes desta segunda-feira, 10 de agosto: Cintia Faria Maia, Grace do Couro Moura, Fafá Faustino, Gustavo Lucena, Maria Diva Fernandes, Fernando Vila, Filipe Marcus, Neuza Lins, Ana Cláudia Fonsêca, Lamonier Araújo,
Manchetes
Folha de S.Paulo – Consumo fraco, crédito caro e endividamento pressionam varejistas
O Globo – Classe média se aperta, e venda de imóveis compactos dispara
O Estado de S. Paulo – Segurança e o papel federal no Estado dominam debate em SP
Efemérides – Hoje é ..
Dia da Enfermeira – Dia da Superdotação – Dia da Solidariedade Cristã – Dia do Biodiesel – Dia do Leão
O primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte foi equilibrado e, na minha avaliação, não produziu nenhum fato político capaz de mudar, por si só, o cenário eleitoral. Mas há uma questão importante: não é possível avaliar todos os candidatos pela mesma régua.
Allyson Bezerra entrou no debate na condição de líder e, portanto, como o alvo a ser abatido. Era previsível que recebesse ataques de todos os lados. E recebeu. O que não era tão previsível era sair do confronto sem que os ataques conseguissem comprometer sua imagem.
Na minha avaliação, foi justamente aí que Allyson levou vantagem.
Ele não precisava necessariamente “ganhar” o debate. Precisava resistir aos ataques, responder bem e não permitir que os adversários estabelecessem uma narrativa negativa sobre sua candidatura. E conseguiu fazer isso. Saiu do debate preservado – e, para quem lidera a disputa, isso já é uma vitória importante.
Cadu Xavier começou aparentemente nervoso, mas cresceu durante o debate. Terminou melhor do que começou, embora, na minha opinião, tenha ficado abaixo do que poderia apresentar. Talvez a inexperiência tenha pesado. Tinha uma oportunidade importante para mostrar não apenas o defensor do governo Fátima, mas o Cadu candidato ao Governo.
Álvaro Dias mostrou preparação. Já sabia que seria cobrado pela engorda de Ponta Negra e pelo Hospital Municipal de Natal e veio pronto para responder. A apresentação da imagem da engorda foi uma boa estratégia de comunicação, porque transformou a defesa em algo visual. Conseguiu, assim, evitar que esses temas dominassem negativamente sua participação.
Robério Paulino manteve sua postura habitual. Apresentou suas críticas, preservou sua identidade e pareceu participar do debate sem a pressão que pesa sobre os candidatos que disputam as primeiras posições.
No conjunto, portanto, ninguém foi nocauteado e ninguém produziu um momento capaz de mudar a eleição.
Mas existe uma diferença importante: Allyson era o alvo. Os outros eram, em alguma medida, os atiradores.
E quando o principal alvo atravessa o debate, recebe ataques de todos os lados e termina a noite sem sair politicamente ferido, é razoável dizer que levou alguma vantagem.
Não acredito, entretanto, que o debate tenha alterado significativamente as intenções de voto. A campanha está apenas começando e ainda haverá muita exposição, propaganda, novos debates e confronto político.
O primeiro debate serviu mais para confirmar posições do que para transformar o cenário.
Allyson mostrou resistência e boa presença cênica; Álvaro mostrou preparo; Cadu mostrou capacidade de evolução; e Robério manteve sua linha.
No placar geral, foi um debate equilibrado. Mas, pela posição que ocupava antes de entrar no estúdio e pelo fato de ter sido o principal alvo dos adversários, Allyson talvez tenha sido quem mais saiu ganhando.
“APENAS PELAS PALAVRAS O SER HUMANO ALCANÇA A COMPREENSÃO MÚTUA. POR ISSO, AQUELE QUE QUEBRA SUA APLAVRA ATRAIÇOA TODA A SOCIEDADE HUMANA.”MICHEL DE MONTAIGNE
Dia dos pais: a presença que deixa marcas para toda a vida.
Ser pai é mais do que uma condição. É uma escolha diária de estar presente, acompanhar, orientar e compartilhar.
O pai contemporâneo participa. Está nas decisões, nas conquistas, nas dúvidas e também nos pequenos momentos que, com o tempo, se transformam nas maiores lembranças.
Porque filhos não guardam apenas o que receberam. Guardam, sobretudo, quem esteve ao lado deles.
A presença de um pai é um legado que não se mede em palavras ou bens, mas em valores, exemplos e afetos que atravessam gerações.
Neste Dia dos Pais, uma homenagem a todos aqueles que fazem da presença uma forma permanente de amor.
Feliz Dia dos Pais.
Lula declara R$ 4,7 milhões em patrimônio ao TSE
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou ao Tribunal Superior Eleitoral patrimônio de aproximadamente R$ 4,7 milhões para as eleições de 2026. O valor representa uma redução de cerca de 35% em relação aos R$ 7,4 milhões declarados em 2022.
A principal mudança está nos valores atribuídos aos planos de previdência privada do tipo VGBL, que aparecem na nova declaração com montantes significativamente menores.
A declaração de bens é uma exigência da Justiça Eleitoral e permite acompanhar a evolução patrimonial dos candidatos. O patrimônio informado por Lula em 2026 é o menor declarado por ele desde 2018.
Sete chapas na disputa pelo Governo do RN
O Rio Grande do Norte terá sete chapas na disputa pelo Governo do Estado em 2026. Em ordem alfabética, os candidatos e respectivos vices são:
O quadro reúne seis homens e apenas uma mulher na disputa pelo cargo de governador.
Treze candidaturas disputam duas vagas ao Senado pelo RN
O Rio Grande do Norte terá 13 candidaturas na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026. O eleitor potiguar poderá escolher dois nomes para representar o Estado no Senado pelos próximos oito anos. O quadro reúne candidatos de diferentes partidos e correntes políticas, incluindo nomes com experiência eleitoral, parlamentares, ex-ocupantes de cargos públicos e representantes de novas forças políticas.
Em ordem alfabética, estão na disputa:
Coronel Hélio (PL)
Gari Wendell Batista (Agir)
Guilherme Mosca (UP)
Luciana Mandu (PSTU)
Nós (Agir), coletivo formado por Clóvis Costa, Gari Aldair e Priscila Dutra
Rafael Motta (PDT)
Rosália Fernandes (PSTU)
Samanda Alves (PT)
Sandro Pimentel (PSOL)
Sônia Godeiro (PSOL)
Styvenson Valentim (Podemos)
Tércio Tinoco (União Brasil); e
Zenaide Maia (PSD).
A eleição para o Senado terá uma característica diferente da disputa para governador e deputado: cada eleitor poderá votar em dois candidatos, e serão eleitos os dois mais votados. Com 13 candidaturas para duas cadeiras, a eleição promete ser uma das disputas mais concorridas do pleito potiguar, reunindo nomes de diferentes campos ideológicos e com estratégias eleitorais distintas.
Partido Novo leva desfile de Lula à Justiça Eleitoral
O Carnaval ainda não terminou politicamente.
O Partido Novo protocolou neste sábado (8) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral contra a chapa formada por Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, candidatos à reeleição, por causa do desfile da Acadêmicos de Niterói no Carnaval deste ano.
A escola levou para a avenida o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, uma homenagem à trajetória política e pessoal do presidente. O Novo sustenta que o desfile teria ultrapassado os limites de uma manifestação cultural e se transformado em instrumento de promoção eleitoral, caracterizando, segundo a legenda, abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação.
Um dos pontos centrais da ação é o financiamento do desfile. Segundo o Novo, a Acadêmicos de Niterói recebeu aproximadamente R$ 9,6 milhões em recursos públicos, provenientes de diferentes esferas de governo. A legenda argumenta que a utilização desses recursos em um desfile de alcance nacional, associado à imagem de Lula em pleno ano eleitoral, teria produzido vantagem indevida para a candidatura.
O Novo pede a cassação dos registros de candidatura de Lula e Alckmin e a declaração de inelegibilidade por oito anos.
Mais do que o destino jurídico da ação, o episódio recoloca uma questão delicada no debate eleitoral brasileiro: onde termina a liberdade de manifestação cultural e começa a propaganda eleitoral?
A resposta caberá à Justiça Eleitoral. E o caso da Acadêmicos de Niterói promete transformar o Carnaval de 2026 em mais um capítulo da já acirrada disputa presidencial.
Sertões 2026: aventura, velocidade e desafios por quase 4 mil km
Screenshot
O Brasil profundo volta a ser cenário de uma das maiores aventuras esportivas do país.
De 22 a 30 de agosto, o Sertões Petrobras 2026 chega à sua 34ª edição com uma proposta que vai muito além da competição. Serão cerca de 4 mil quilômetros, divididos em oito etapas, atravessando Goiás, Bahia e Tocantins, em uma jornada que mistura velocidade, resistência, navegação e, sobretudo, a capacidade de pilotos e máquinas enfrentarem alguns dos terrenos mais exigentes do país.
Goiânia será o ponto de partida e também a cidade de chegada, onde serão conhecidos os campeões. No caminho, a caravana passará por lugares como Cavalcante, na Chapada dos Veadeiros; Luís Eduardo Magalhães, na Bahia; Mateiros, no Jalapão; Porto Nacional, Minaçu, Niquelândia e Goianésia.
A edição deste ano promete uma prova particularmente dura. O roteiro inclui estradas estreitas e sinuosas, pedras, travessias de rios e riachos, subidas e descidas de serra e as tradicionais areias do Jalapão. São 2.628 quilômetros de especiais cronometradas para carros, motos e UTVs, em um percurso total de 3.984 quilômetros.
Mas o Sertões é mais do que uma disputa entre pilotos.
É também uma maneira singular de mostrar um Brasil que muitas vezes permanece distante dos grandes centros. A competição atravessa regiões de enorme riqueza natural, econômica e cultural e coloca pequenas e médias cidades no mapa de um dos maiores eventos off-road das Américas.
Há ainda um simbolismo especial nessa edição: o Sertões volta a um formato mais próximo de suas origens, com grandes distâncias, terrenos variados e a navegação assumindo papel decisivo.
O Sertões 2026 está chegando. E, mais uma vez, o caminho será tão importante quanto a chegada.
Pix tem aprovação de 80% dos brasileiros
O Pix alcançou 80% de confiança entre os brasileiros, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada neste domingo e destacada pelo jornal O Globo. O sistema de pagamentos instantâneos, criado pelo Banco Central em 2020, aparece como a instituição de maior confiança entre os 16 itens avaliados pelo levantamento. Apenas 19% disseram não confiar no Pix e 1% não respondeu. A aprovação atravessa diferentes grupos políticos e sociais, consolidando o Pix como uma das ferramentas mais populares incorporadas ao cotidiano dos brasileiros. O resultado também reforça o peso político que o sistema ganhou no debate eleitoral de 2026.
Na minha opinião, o Pix é um a melhor ação de governo já realizada em benefício direto do brasileiro – simples, democrático, gratuito e presente na vida de milhões de pessoas.
Pílulas
Um dia após a posse do novo presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, um ataque com explosivos atingiu um pedágio na Rodovia Pan-Americana, no sudoeste do país. Segundo o Exército colombiano, a ação é atribuída a dissidentes das Farc. O atentado deixou dois agentes de segurança feridos e provocou danos significativos à estrutura.
E o dinheiro dos consignados? Do lado do servidor, o desconto no contracheque veio sem falta. Já do lado do Governo do Estado, o repasse ao Banco do Brasil aparentemente ficou no papel. A conta dessa brincadeira já estaria batendo nos R$ 400 milhões. Descontar é fácil, o difícil agora é explicar para onde foi parar essa fortuna.
O tenista brasileiro João Fonseca, número 27 do mundo, tem hoje um grande desafio no Masters 1000 de Montreal. Pelas oitavas de final, ele enfrenta o americano Ben Shelton, atual número 10 do ranking da ATP e campeão do torneio no ano passado. O duelo está marcado para as 19h e coloca frente a frente dois dos principais nomes da nova geração do tênis mundial.
O eleitorado brasileiro está envelhecendo e o grupo com 60 anos ou mais ganha cada vez mais peso nas eleições. Em outubro, serão cerca de 37,5 milhões de eleitores 60+, o equivalente a 23,5% dos brasileiros aptos a votar, consolidando uma tendência de crescimento contínuo observada desde 2010.
Aniversariantes
Parabéns aos aniversariantes deste domingo, 09 de agosto: Grace do Couto Moura, Alexandre Catalão Maia, Afranio Marinelli, Mary Land Brito, Eustachio Lima
Manchetes
Folha de S.Paulo – Crime organizado avança na falsificação de cigarros paraguaios no Brasil
O Globo – Alvo dos EUA, Pix fura bolhas políticas e lidera ranking inédito de confiança
O Estado de S. Paulo – Inflação e juro alto reduzem renda disponível de brasileiro
Efemérides – Hoje é ..
Dia dos Pais – Dia Internacional dos Povos Indígenas – Dia do Amante do Livro – Dia de Dar as Mãos – Dia da Equoterapia – Dia de Mobilização pela Vida
Todo mundo diz a mesma coisa: “Não tenho tempo.” A vida está corrida. O trabalho exige mais. As contas aumentaram. Os compromissos não acabam. A agenda está sempre cheia. Parece que ser pai virou uma missão quase impossível.
Mas será que o problema é mesmo a falta de tempo? Eu acredito que não.
Tempo não é algo que a gente encontra. Tempo é algo que a gente escolhe.
Todos nós encontramos espaço para aquilo que consideramos importante. Conseguimos encaixar a academia, a reunião de última hora, o futebol com os amigos, a série que queremos assistir e até horas navegando nas redes sociais. Sempre damos um jeito.
Então, por que seria diferente com nossos filhos? A verdade é que prioridade não aparece na agenda. Ela aparece nas escolhas.
Se você consegue dedicar duas horas ao celular, também consegue dedicar duas horas ao seu filho. Se consegue reservar uma noite para sair, também consegue reservar uma noite para brincar, conversar, jogar bola, montar um quebra-cabeça, ler uma história ou simplesmente ouvir como foi o dia dele.
Porque criança não mede amor pelos presentes que recebe. Ela mede pelo pai que senta ao seu lado, pelo pai que assiste ao treino, pelo pai que ajuda na lição, pelo pai que larga o celular quando ela começa a contar uma história.
É nesses momentos, aparentemente simples, que as maiores lembranças são construídas. Vivemos uma época em que muitas crianças crescem cercadas de tecnologia, mas carentes de atenção. Nenhuma tela consegue substituir um abraço. Nenhum vídeo substitui uma conversa. Nenhum presente substitui uma memória construída juntos.
Neste Dia dos Pais, talvez o melhor presente não seja comprado. Talvez seja desligar o celular um pouco mais cedo, chegar em casa e brincar, fazer um passeio, tomar um sorvete, assistir a um filme abraçados no sofá ou simplesmente estar presente.
Porque, no fim das contas, o tempo passa para todos. A diferença é que alguns pais apenas veem os filhos crescerem. Outros crescem junto com eles. E esses serão lembrados para sempre.
Neste Dia dos Pais, dê o presente mais valioso que existe.
“NUNCA A FORTUNA PÕE UMA PESSOA EM TAL ALTURA QUE NÃO PRECISE DE UM AMIGO.”THEODORICO BEZERRA
O sobrenome basta?
O editorial da Folha de S.Paulo deste sábado, intitulado “O isolamento de Flávio”, coloca uma questão que vai além da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República: até que ponto um sobrenome consegue sustentar, sozinho, uma candidatura nacional?
A Folha é bastante direta ao avaliar que a força eleitoral de Flávio estaria menos relacionada a uma liderança política própria e mais à rejeição a Lula e ao apoio de Jair Bolsonaro. O jornal também vê na escolha do filho pelo pai um sinal da dificuldade da família Bolsonaro em ampliar alianças e construir uma alternativa política para além de seu núcleo mais fiel.
É uma análise que merece ser considerada, mas também relativizada.
Na política brasileira, sobrenomes têm peso. Muito peso. Lula, Bolsonaro, Sarney, Collor, Neves e tantos outros demonstram que a memória política e a identificação familiar podem funcionar como poderosos ativos eleitorais. O problema é que herdar votos não significa necessariamente herdar liderança.
Flávio Bolsonaro terá, portanto, um desafio que nenhuma pesquisa de intenção de voto consegue responder antecipadamente: transformar a força eleitoral herdada do pai em uma identidade política própria, capaz de dialogar para além da bolha bolsonarista.
E há uma segunda questão, talvez ainda mais importante. Se a eleição presidencial de 2026 continuar organizada essencialmente em torno da rejeição a Lula e à família Bolsonaro, o eleitor estará novamente diante de uma escolha marcada mais pela negação de um adversário do que pela adesão a um projeto de país.
Esse é o ponto em que o debate deveria avançar.
Mais do que saber se Flávio Bolsonaro é forte ou fraco, isolado ou não, é preciso perguntar o que ele representa politicamente quando retiramos da equação o sobrenome Bolsonaro e a polarização com Lula.
A resposta a essa pergunta talvez seja uma das chaves para entender a eleição de 2026.
Infantino na corda bamba
Gianni Infantino vive talvez o momento mais delicado de sua passagem pela presidência da FIFA. Enquanto crescem os pedidos por sua renúncia – a Federação Norueguesa de Futebol foi uma das vozes mais recentes a defender sua saída – , o dirigente também recebe manifestações de apoio de importantes federações, especialmente da África e do México.
A crise ganhou força depois da controvertida proposta de Infantino de abrir a participação em negócios ligados à Copa do Mundo para investidores privados. O projeto provocou forte reação da UEFA e de outras entidades, além de questionamentos sobre transparência e governança.
O episódio revela uma velha característica do futebol internacional: a política de alianças pesa tanto quanto o resultado dentro de campo.
Infantino ainda não está necessariamente perto de deixar a FIFA. Mas já não parece tão confortável no cargo. A sucessão de críticas, a perda de apoio de algumas federações e a necessidade de buscar publicamente demonstrações de respaldo mostram que sua autoridade foi atingida.
Por outro lado, o apoio que continua recebendo lembra que a FIFA é uma organização de 211 federações nacionais e que a permanência de um presidente depende, em grande medida, da capacidade de construir e preservar maiorias políticas.
No futebol, portanto, a partida de Infantino está longe do apito final.
Mas a crise já começou, e agora o presidente terá de jogar também fora das quatro linhas.
Pesquisa irregular: quem contratou não tinha ligação com quem apareceu na liderança?
A pesquisa do Affare Institute que colocou Álvaro Dias na liderança da disputa pelo Governo, com 32,6%, foi considerada irregular pelo TRE-RN. O levantamento, registrado sob o nº RN-07670/2026 e realizado de 7 a 11 de abril, ouviu 1.500 eleitores e apontou ainda Allyson Bezerra com 27,8% e Cadu Xavier com 25%.
O TRE identificou divergências relevantes entre a metodologia registrada e a amostra efetivamente realizada e determinou a suspensão da divulgação, além de multa de R$ 53.205,00 para a PNH Pesquisa de Mercado e Opinião Pública Ltda., responsável pelo Affare, e para a O2 Soluções Ltda., contratante da pesquisa, identificada como Plano B Soluções.
Um detalhe chama atenção: os comentários são de que a empresa contratante não tem vinculação com Álvaro Dias, como se poderia imaginar, mas com o grupo político ligado ao candidato Cadu Xavier, que aparecia em terceiro lugar no levantamento. O TRE não apontou fraude deliberada ou intenção de favorecer qualquer candidato. Mas o fato está posto. Uma leitura mais atenta pode levar o leitor a conclusões que vão além dos números da pesquisa.
Pilulas
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou o pedido dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro para visitá-lo no Dia dos Pais.
E os consignados, hein? O servidor fez a parte dele: teve o dinheiro descontado religiosamente do salário. O problema é que o Governo do Estado não teria feito a sua – repassar os valores ao Banco do Brasil. A conta já estaria na casa dos R$ 400 milhões. O dinheiro saiu do contracheque, mas aparentemente não chegou ao destino. Agora falta explicar, com clareza, onde está essa montanha de dinheiro.
O tênis brasileiro João Fonseca, atual 27º colocado no ranking da ATP, conquistou nesta sexta-feira mais uma importante vitória no Masters 1000 do Canadá, em Montreal, ao derrotar o norueguês Casper Ruud, número 14 do mundo. Com o resultado, Fonseca avança às oitavas de final do torneio e confirma, mais uma vez, a rápida ascensão de um dos principais talentos da nova geração do tênis mundial.
O narrador Luís Roberto está de volta às transmissões da Globo na próxima quarta-feira, no duelo entre Cruzeiro e Flamengo pela Libertadores. Afastado das atividades por um problema de saúde, o profissional não escondeu a emoção de retornar ao trabalho e fazer novamente aquilo que mais gosta. Em sua volta, Luís Roberto também fez questão de agradecer o carinho e as mensagens de apoio que recebeu do público durante o período em que esteve em tratamento.
O Regime Próprio de Previdência dos Servidores do Rio Grande do Norte fechou o primeiro semestre de 2026 com um déficit de R$ 1,022 bilhão, segundo o Relatório Resumido da Execução Orçamentária do terceiro bimestre.
É inacreditável a quantidade de análises rasas que se vê hoje na mídia sobre direita e esquerda. Muitas vezes, o debate parece menos interessado em compreender a realidade e mais empenhado em encaixar fatos dentro de narrativas previamente escolhidas. Como torcem, como distorcem.
Aniversariantes
Parabéns aos aniversariantes desta sabado, 08 de agosto: Selma Sá Bezerra, Uianê Pinto Azevedo, Anisio Marinho Neto, Dinaísa Dantas, Rossane Shelman, Maria Lenice Salustino, Katiuscia Macedo, Iana Fernandes, Allan César Macena
Manchetes
Folha de S.Paulo – Big techs reduzem medidas para eleição e terão novas regras do TSE para cumprir
O Globo – Brasil tem duas medidas protetivas a mulheres por minuto em 2026
O Estado de S. Paulo – Desmatamento na Amazônia tem o maior recuo da década
Efemérides – Hoje é ..
Dia do Pedestre – Dia do Balonismo – Dia do Infinito – Dia de Combate ao Colesterol – Dia do Gato
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