Pesquisa Metadata/Grupo Dial mostra cenário com a soma de 1º e 2º voto na disputa pelo Senado

Como ler o resultado

Metodologia

Pesquisa Metadata/Grupo Dial mostra cenário para o Governo do RN no primeiro e no segundo turno

Primeiro turno

Metodologia

O debate acabou. O confronto continuou

Em breve, o “feito à mão” será o novo luxo.

Vivemos um momento em que tudo está ficando mais fácil de produzir. Textos, imagens, vídeos, músicas e campanhas podem ser criados em poucos segundos. A inteligência artificial democratizou a criação e isso é uma revolução.

Mas existe um efeito que pouca gente percebe. Quando todos passam a usar as mesmas ferramentas, os resultados começam a ficar parecidos. A criatividade dá lugar ao padrão. O diferente passa a ser cada vez mais raro.

É justamente aí que nasce uma nova forma de valor. Muito em breve, as pessoas estarão dispostas a pagar mais por aquilo que foi realmente criado por alguém. Não apenas executado, mas pensado. Algo que carregue repertório, sensibilidade, personalidade e uma ideia original.

O “feito à mão” deixará de ser apenas uma técnica. Será um selo de autenticidade.

A inteligência artificial continuará sendo uma ferramenta extraordinária. Mas, quando ela estiver em todos os lugares, deixará de ser um diferencial. O verdadeiro diferencial será a capacidade humana de pensar diferente.

Porque, em um mundo onde tudo parece igual, o que terá mais valor será justamente aquilo que nenhuma máquina consegue reproduzir: uma ideia verdadeiramente original.

O mercado está ficando júnior demais?

Vivemos um momento curioso na comunicação. Nunca tivemos tantas ferramentas, tantos dados e tantas possibilidades. Mas, ao mesmo tempo, os planos de mídia parecem cada vez mais limitados.

Não porque faltam canais. Falta repertório. Grande parte dos novos profissionais entrou no mercado dominando o digital. Sabem criar campanhas para Instagram, TikTok e Google. Isso é importante. Mas a comunicação não começou nas redes sociais.

Muitos nunca estudaram de verdade o rádio, a televisão, os jornais, os portais de notícia ou a força que cada veículo exerce sobre públicos diferentes. Não conhecem audiência, programação, perfil editorial ou como essas mídias podem trabalhar juntas para potencializar resultados.

O problema não é deles. A formação acadêmica tem entregado profissionais com pouca vivência prática sobre o ecossistema completo da comunicação. Enquanto isso, os profissionais mais experientes estão, em grande parte, concentrados nos próprios veículos de comunicação, e não mais nas agências ou departamentos de marketing.

O resultado é um mercado desequilibrado: de um lado, veículos com muito conhecimento; do outro, quem planeja as campanhas sem conhecer todo o terreno onde poderia atuar.

Comunicação eficiente não é escolher entre o digital e o tradicional. É entender quando, onde e por que cada mídia faz sentido.

A tecnologia muda. Os canais mudam. Mas o conhecimento sobre comunicação continua sendo o maior diferencial de um profissional. Quem conhece apenas uma parte do mercado dificilmente conseguirá enxergar todas as oportunidades que ele oferece.

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Dia dos Pais passa. As lembranças ficam.

Todo mundo diz a mesma coisa: “Não tenho tempo.” A vida está corrida. O trabalho exige mais. As contas aumentaram. Os compromissos não acabam. A agenda está sempre cheia. Parece que ser pai virou uma missão quase impossível.

Mas será que o problema é mesmo a falta de tempo? Eu acredito que não.

Tempo não é algo que a gente encontra. Tempo é algo que a gente escolhe.

Todos nós encontramos espaço para aquilo que consideramos importante. Conseguimos encaixar a academia, a reunião de última hora, o futebol com os amigos, a série que queremos assistir e até horas navegando nas redes sociais. Sempre damos um jeito.

Então, por que seria diferente com nossos filhos? A verdade é que prioridade não aparece na agenda. Ela aparece nas escolhas.

Se você consegue dedicar duas horas ao celular, também consegue dedicar duas horas ao seu filho. Se consegue reservar uma noite para sair, também consegue reservar uma noite para brincar, conversar, jogar bola, montar um quebra-cabeça, ler uma história ou simplesmente ouvir como foi o dia dele.

Nenhuma dessas coisas exige dinheiro. Exigem presença.

Porque criança não mede amor pelos presentes que recebe. Ela mede pelo pai que senta ao seu lado, pelo pai que assiste ao treino, pelo pai que ajuda na lição, pelo pai que larga o celular quando ela começa a contar uma história.

É nesses momentos, aparentemente simples, que as maiores lembranças são construídas. Vivemos uma época em que muitas crianças crescem cercadas de tecnologia, mas carentes de atenção. Nenhuma tela consegue substituir um abraço. Nenhum vídeo substitui uma conversa. Nenhum presente substitui uma memória construída juntos.

Neste Dia dos Pais, talvez o melhor presente não seja comprado. Talvez seja desligar o celular um pouco mais cedo, chegar em casa e brincar, fazer um passeio, tomar um sorvete, assistir a um filme abraçados no sofá ou simplesmente estar presente.

Porque, no fim das contas, o tempo passa para todos. A diferença é que alguns pais apenas veem os filhos crescerem. Outros crescem junto com eles. E esses serão lembrados para sempre.

Neste Dia dos Pais, dê o presente mais valioso que existe.

O seu tempo.

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“NUNCA A FORTUNA PÕE UMA PESSOA EM TAL ALTURA QUE NÃO PRECISE DE UM AMIGO.” THEODORICO BEZERRA

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